domingo, 5 de agosto de 2018





Boa noite! Mais uma vez trago a genial Agatha Christie desta vez apresento-lhes "O caso dos dez negrinhos". Oito pessoas são convidadas por carta a conhecer uma ilha: Wargrave, juiz aposentado; Vera Clarytone, contratada para secretária; Philip Lombard, policial; Emily Brent, solteirona conservadora; General Macarthur, homem curioso; Dr. Armstrong, médico e Tony Marston, homem vaidoso; Sr. Blore, misterioso. O sr. e a sr. Rogers são os empregados da casa, formando no total dez pessoas.
Misteriosamente um a um eles começam a morrer e, para cada morte, uma estatueta de negrinho de porcelana vai sumindo. Antes de cada morte, os crimes dos dez são revelados criando um mal-estar e desconfiança entre eles.








Quem será o assassino?! Boa leitura! ❤❤❤❤


quarta-feira, 4 de julho de 2018



Aqui está minha apresentação à Agatha Christie: Assassinato no campo de golfe. Foi através desta obra que conheci essa grande autora e me tornei fã de seu sagaz detetive, Hercule Poirot. 
Para aqueles que, como eu, não dispensam um romance policial eis uma boa estória.
Vamos brincar de detetive!  








Sinopse


Em seu terceiro livro, Agatha Christie, a escritora dos romances policiais, aborda também o tema do amor. Claro que o assassinato envolto em muito mistério e suspense ainda é o prato principal da Rainha do Crime, mas seu Assassinato no campo de golfe é considerado por muitos o livro que mais trata das questões amorosas, tanto na motivação do crime, quanto nas histórias paralelas que vão gradativamente se misturando à trama principal. 

O suposto affair de Monsieur Renauld com Madame Daubreuil, a beleza de Mademoiselle Marthe e seus olhos ansiosos, a Misteriosa Bella Duven e também o encanto de Hastings por uma jovem atriz que ele não sabe o nome e por isso a chama de Cinderela. Todos esses elementos dispersos vão se juntando neste caso que é um dos mais complexos desvendados pelo detetive Hercule Poirot.

Assassinato no Campo de Golfe também é um livro que marca Hercule Poirot como o principal detetive de Agatha Christie e aprofunda o refinamento do seu estilo. A grande complexidade da trama urdida pela autora demonstra seu enorme talento: a sobreposição de dois crimes (o assassinato de Monsieur Renauld e do Mendigo), a associação entre dois casos (o de agora é um de vinte anos atrás), a presença de outro detetive querendo encontrar o assassino e a relação de Hastings com uma das envolvidas no caso.


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domingo, 1 de julho de 2018



Comprei esse livro ano passado na Bienal, em Maceió, relutei um pouco em sua leitura - não que o tema não chamasse minha atenção, pois se assim fosse não o teria comprado -, mas por falta de tempo e concentração para a leitura. Por fim, há pouco finalizei a leitura e pude saber o que estava perdendo. Aprecio livros que relatam culturas diferentes. Nessa obra vamos conhecer a Índia dos anos 90 e seu sistema de casta - acredito que muita coisa não tenha mudado ao longo dos anos, pelo menos é o que vemos na tv e noticiários. 

Marc Boulet, jornalista francês, decide se transformar e viver como um dalit (intocável), passar por todo tipo de tribulação que esses desprezados indianos sofrem ao longo da vida.

Abaixo da capa deixo a sinopse e, aqueles que estiverem interessados e adquirirem a obra, boa leitura.









Sinopse

Está decidido. Daqui a três dias, vou me transformar.
Quero ser confundido com a massa, tornar-me um dalit qualquer; por isso, vou escurecer a pele com tintura para cabelo e, depois, com nitrato de prata.
Já escolhi meu nome indiano. Eu me chamarei Ram Munda. Para a minha metamorfose ser bem-sucedida, estudei com cuidado o comportamento do povo. Devo comer com a mão direita e não me esquecer de usar a esquerda quando for fazer minhas necessidades.
Esta tarde começa a minha metamorfose. Assim como os indianos, unto cuidadosamente o cabelo despenteado e então visto as roupas de mendigo.
Agora penso que estou pronto e me dirijo ao grande espelho que fixei na parede da sala de jantar para acompanhar e controlar minha metamorfose.
Não ouso levantar os olhos; tremo, sinto medo. Mas não há como voltar atrás. Decido relaxar para poder encontrar Ram Munda. Olho.


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domingo, 29 de abril de 2018






       Há um bom tempo não posto nada, mas vou me redimir. São tantas coisas que se fazem presentes no nosso dia a dia... deixo pra vocês esse magnífico poema de Carlos Drummond de Andrade, porque no meio de nosso caminho sempre há uma ou mais pedras.


     
 



No meio do caminho tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
tinha uma pedra
no meio do caminho tinha uma pedra.
Nunca me esquecerei desse acontecimento
na vida de minhas retinas tão fatigadas.
Nunca me esquecerei que no meio do caminho
tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
no meio do caminho tinha uma pedra.